Compartilhe sua história 🇧🇷 do Brasil

A gente ama esse país. ❤️

Do cachorro caramelo na porta da padaria às gambiarras elétricas feitas com fita isolante e fé, o jeitinho que faz tudo dar certo… ou não.

Se tem uma coisa que quem vive aqui sabe, é que o Brasil é um universo paralelo. Tem beleza natural, tem calor humano, tem alegria, tem cerveja gelada — mas também tem perrengue, fila que nunca anda, burocracia que parece teste de paciência, e situações tão surreais que se você conta pra gringo ele acha que é ficção. Mas aqui é só mais uma terça-feira.

Compartilhe sua história maluca, seu problema irritante, seu final de semana engraçado. Alguma coisa que precisa melhorar na sua cidade.

Quem sabe os problemas chegam nos órgãos públicos e a gente muda algo - ou pelo menos a gente ri junto.

Esse espaço é pra isso: pra registrar, se identificar e talvez, quem sabe, inspirar algum tipo de mudança. É um álbum de figurinhas da vida real brasileira.

A minha odisseia contra objetos inanimados

Sou realmente conhecido por minha destreza absoluta. Ok, talvez mais pela falta da mesma. Em 2002 quebrei um vidro que era usado para suporte de bolo. Em 2004 foi a vez de um lustre com mais de 80 anos versus um taco de sinuca. Em 2005 quebrei a gaveta do freezer de uma amiga. Em 2006 foi a vez do painel do carro da mesma amiga. E no mesmo ano a fúria foi direcionada a uma cerâmica em forma de banana maçã. Aparentemente 2006 foi um ano deveras produtivo no quesito destruição de objetos aleatórios alheios. Tive alguns anos de sossego, até que em meados de 2012 foi a vez de, não apenas uma, mas duas chapas de telhado eternite, se é assim que se escreve. Pelo menos foi algo que era de minha propriedade. Já até quebrei a mim mesmo, uma quando fui atropelado em 2003, muito embora tenha sido outro que me quebrou e um pouco antes em 2001, dessa vez caindo de bike. O que aconteceu novamente em 2003, me rendendo o breve apelido de rei do capote. Ironicamente não caia tanto quando andava de skate. O equilíbrio chegou por um tempo me rendendo anos sem me estrupiar ou destruir objetos alheios. Embora ocorresse o ocasional copo quebrado. E quando pensei estar livre da maldição acabei por quebrar um tucano de cerâmica em um restaurante de uma amiga da família algumas semanas atrás. Devem ter mais histórias, mas por enquanto é o que mais me marcou. Abraço a todos. Vida longa e próspera.

An Anonymous User Há 8 meses